Por que uma rede?
- Porque as boas práticas e as ações inovadoras muitas vezes são isoladas e tem pouca visibilidade;
- Porque é relevante a necessidade de intercambiar metodologias e estratégias de intervenção;
- Porque há uma excessiva atomização dos programas, das estratégias e das intervenções;
- Porque existe uma divergência muito grande entre o nível legislativo (declarações de princípios) nacional e internacional e a realidade dos serviços territoriais;
- Porque frequentemente os níveis de assistência (pública e privada) afetam o direito de acesso à cura e à assistência dos grupos vulneráveis (idosos, crianças e adolescentes, mulheres, pacientes psiquiátricos etc).
Qual é o objetivo do projeto?
Criar um espaço que estimule o desenho e o intercâmbio de boas práticas no campo dos serviços sociais, dos serviços de saúde e de saúde mental.
Quais são as ações previstas pelo Projeto
- Acordar as características que identificam as boas práticas no campo da integração social e da saúde, reconfiguração do estado de bem-estar e da saúde mental;
- Identificar os serviços e equipes referentes para cada um dos países envolvidos;
- Por em marcha uma rede que valorize as práticas existentes e o diálogo entre os atores políticos e os organismos internacionais envolvidos;
- Definir um módulo itinerante de formação para os profissionais e atores políticos envolvidos;
- Realizar uma oficina para a avaliação final e a difusão dos resultados alcançados.
Foco
A rede promove, apoia e põe em contato práticas locais caracterizadas por:
1. Estratégias que apontam para a transformação das instituições e dos serviços em direção a uma perspectiva territorial.
2. Centralidade na pessoa e seu contexto (e não somente centralidade na doença ou déficit) e realização de ações coletivas (para os usuários e seus contextos).
3.Valorização dos recursos das pessoas, empoderamento e valorização das colaborações de não profissionais (participação direta dos cidadãos, como indivíduos e/ou organizados em associações/ONG/cooperativas, no desenho, gestão e realização das atividades).
4. Dimensão territorial da ação coletiva. Construção de uma referência teórica e organizativa relativa a um determinado território e a uma área de população definida. Progressiva organização dos serviços referidos a este mesmo território e a população que o habita.
5. “Porta aberta”: acesso aos serviços, acesso à informação, transparência na tomada de decisões e recusa de qualquer forma de contenção e de coerção.
6. Intersetorialidade das intervenções e ampliação multidisciplinar das competências. Ativação de políticas sociais integradas.
7. Atenção particular às problemáticas da casa, do trabalho, da formação profissional, da socialização, da qualidade de vida e da aquisição de competências.
8. Apontar a criação de um corpus de direitos fundamentais e de normas jurídicas e administrativas em defesa dos direitos dos pacientes.
9. Apontar a participação institucional e pública na realização e na promoção das práticas. Envolvimento das administrações locais capazes de capitalizar as ações dos técnicos.
10. Apontar para o envolvimento e a tomada de responsabilidades por parte de todos os atores do território, tanto públicos como privados.
11. Educação/sensibilização da população a fim de superar os preconceitos irracionais em relação aos grupos-objeto das políticas sociais e de saúde.
Países envolvidos
Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Uruguai, Paraguai e Venezuela.
Como se adere à Rede
Se sua prática é coerente com as finalidades da Rede, faça sua inscrição: Formulário para Pessoas físicas / Formulário para instituições, serviços coletivos ou organizações.
- Porque as boas práticas e as ações inovadoras muitas vezes são isoladas e tem pouca visibilidade;
- Porque é relevante a necessidade de intercambiar metodologias e estratégias de intervenção;
- Porque há uma excessiva atomização dos programas, das estratégias e das intervenções;
- Porque existe uma divergência muito grande entre o nível legislativo (declarações de princípios) nacional e internacional e a realidade dos serviços territoriais;
- Porque frequentemente os níveis de assistência (pública e privada) afetam o direito de acesso à cura e à assistência dos grupos vulneráveis (idosos, crianças e adolescentes, mulheres, pacientes psiquiátricos etc).
Qual é o objetivo do projeto?
Criar um espaço que estimule o desenho e o intercâmbio de boas práticas no campo dos serviços sociais, dos serviços de saúde e de saúde mental.
Quais são as ações previstas pelo Projeto
- Acordar as características que identificam as boas práticas no campo da integração social e da saúde, reconfiguração do estado de bem-estar e da saúde mental;
- Identificar os serviços e equipes referentes para cada um dos países envolvidos;
- Por em marcha uma rede que valorize as práticas existentes e o diálogo entre os atores políticos e os organismos internacionais envolvidos;
- Definir um módulo itinerante de formação para os profissionais e atores políticos envolvidos;
- Realizar uma oficina para a avaliação final e a difusão dos resultados alcançados.
Foco
A rede promove, apoia e põe em contato práticas locais caracterizadas por:
1. Estratégias que apontam para a transformação das instituições e dos serviços em direção a uma perspectiva territorial.
2. Centralidade na pessoa e seu contexto (e não somente centralidade na doença ou déficit) e realização de ações coletivas (para os usuários e seus contextos).
3.Valorização dos recursos das pessoas, empoderamento e valorização das colaborações de não profissionais (participação direta dos cidadãos, como indivíduos e/ou organizados em associações/ONG/cooperativas, no desenho, gestão e realização das atividades).
4. Dimensão territorial da ação coletiva. Construção de uma referência teórica e organizativa relativa a um determinado território e a uma área de população definida. Progressiva organização dos serviços referidos a este mesmo território e a população que o habita.
5. “Porta aberta”: acesso aos serviços, acesso à informação, transparência na tomada de decisões e recusa de qualquer forma de contenção e de coerção.
6. Intersetorialidade das intervenções e ampliação multidisciplinar das competências. Ativação de políticas sociais integradas.
7. Atenção particular às problemáticas da casa, do trabalho, da formação profissional, da socialização, da qualidade de vida e da aquisição de competências.
8. Apontar a criação de um corpus de direitos fundamentais e de normas jurídicas e administrativas em defesa dos direitos dos pacientes.
9. Apontar a participação institucional e pública na realização e na promoção das práticas. Envolvimento das administrações locais capazes de capitalizar as ações dos técnicos.
10. Apontar para o envolvimento e a tomada de responsabilidades por parte de todos os atores do território, tanto públicos como privados.
11. Educação/sensibilização da população a fim de superar os preconceitos irracionais em relação aos grupos-objeto das políticas sociais e de saúde.
Países envolvidos
Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Uruguai, Paraguai e Venezuela.
Como se adere à Rede
Se sua prática é coerente com as finalidades da Rede, faça sua inscrição: Formulário para Pessoas físicas / Formulário para instituições, serviços coletivos ou organizações.












